CPI DA FOSFOETANOLAMINA SERÁ RETOMADA EM FEVEREIRO

Sob a relatoria do deputado Ricardo Madalena (PR), a comissão parlamentar que investiga o processo de testes da “pílula do câncer” realizado pelo ICESP, tem 90 dias para concluir os trabalhos, podendo prorrogar as investigações por mais 45 dias.

A Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI – do parlamento paulista, que investiga os procedimentos adotados pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo – ICESP – na realização dos testes da Fosfoetanolamina Sintética entre julho de 2016 e março de 2017, encerrou sua primeira fase no final do ano, após a sexta sessão de trabalhos, que avaliam se a apuração dos testes seguiu o protocolo e as normas da Anvisa.

A segunda fase da CPI da Fosfoetanolamina está programada para iniciar no começo de fevereiro. A comissão tem 90 dias para apresentar os pareceres da Comissão e promover a conclusão dos trabalhos. Havendo necessidade as investigações podem ser prorrogadas por mais 45 dias.

Na primeira sessão pública, realizada em 7 de novembro de 2017, a CPI ouviu o químico e cientista Gilberto Chierice, da USP de São Carlos, responsável pelo desenvolvimento da substância. Nas demais sessões a comissão ouviu os profissionais que trabalharam como auditores na fiscalização dos testes, produtores e profissionais do ICESP.

O relator da CPI, deputado Ricardo Madalena, ressalta o papel eficaz, responsável, transparente e imparcial dos deputados integrantes da Comissão, que tem sido fundamental para passar segurança nas perguntas feitas aos depoentes.

“Não estamos aqui para favorecer este ou aquele. Nosso trabalho é de enorme responsabilidade. Queremos clareza dos depoentes, já que tudo ali dito é sob o juramento da verdade. O resultado desta CPI será todo baseado nos depoimentos daqueles que estiverem envolvidos nos testes feitos pelo ICESP e pelos documentos relativos a esses testes e a forma como foram realizados”, explica o deputado Ricardo Madalena, líder de bancada do PR na ALESP.

A CPI da Fosfoetanolamina tem em sua relatoria o deputado estadual Ricardo Madalena; e na presidência o deputado Roberto Massafera.

O COMÉRCIO DA SUPOSTA FOSFOETANOLAMINA

 

Recente reportagem publicada no ZERO HORA, principal jornal gaúcho, chamou a atenção do relator, deputado Ricardo Madalena, já que o texto provoca o cuidado das pessoas para um produto contendo “fosfoetanolamina sintética”, que vem sendo comercializado à revelia de qualquer comprovação.

“O grave é que esses produtores iludem as pessoas que vivem o drama de combater o câncer, levando a elas uma falsa informação de que o produto contém Fosofoetanolamina. Esse tipo de informação revela a enorme responsabilidade que a CPI da Fosfo tem em seu trabalho investigativo. Membros da CPI têm também, agora, a oportunidade de mostrar a todos o perigo de se comprar determinados produtos sem os devidos cuidados.”, alerta Madalena.

 

Assessoria de Imprensa e Comunicação

Gabinete Deputado Estadual Marcos Damasio (PR)

imprensadeputadodamasio@gmail.com